Relógio de ponto, contratação digital, documentos, comunicado interno e muito mais. CLT e PJ no mesmo sistema. Desenvolvido pela LD. No ar em aplicconnect.com.br.
O Aplic Connect é uma solução completa para RH, desenvolvida pela LD para o cliente: relógio de ponto, contratação digital de CLT e PJ, gestão de documentos, comunicado interno e muito mais.
Tudo no mesmo sistema, para várias empresas. O produto está no ar e o endereço é público.
RH costuma viver espalhado. Admissão no e-mail. Ponto na planilha. Documento numa pasta. Comunicado no grupo. Ninguém vê o ciclo inteiro — e o mês fecha na mão.
O Aplic Connect nasceu nesse cenário. Empresas com CLT e PJ na mesma operação, regras diferentes, um sistema só.
A LD entendeu o processo primeiro. Depois desenhou a arquitetura e construiu o software.
O difícil não era uma tela de cadastro. Era um processo que muda de empresa para empresa — sem virar um emaranhado de exceções. CLT e PJ pedem documentos e etapas diferentes. Ponto precisa valer a partir do celular. Documento precisa estar com o colaborador e com o RH.
E uma empresa não pode ver a outra. Em nenhuma tela. Em nenhum relatório. Em nenhuma rota da API.
Uma plataforma web, com acesso pelo celular, para três pessoas: quem administra, quem faz o RH e quem é colaborador. Cada um vê o seu. O recorte por empresa mora no servidor — não no navegador.
Admissão virou fluxo com etapa e checklist. Dá para saber onde cada contratação parou sem perguntar para ninguém. Ponto marca no celular e grava no servidor, com histórico.
Comunicado saiu do grupo. Fica no sistema, na empresa certa, para o público certo.
Fluxo por etapas com checklist de documentos distinto para cada tipo de contratação, envio pelo próprio candidato e conferência pelo RH.
Marcação a partir do dispositivo do colaborador, com registro no servidor, histórico por período e visão consolidada para o RH.
Repositório por colaborador, com acesso do próprio funcionário aos seus documentos e controle de quem pode ver o quê.
Canal para comunicados e conteúdos da empresa, dentro do sistema em que o colaborador já entra para outras tarefas.
Estrutura organizacional que sustenta o isolamento de dados e a segmentação de acessos.
Administrador, RH e colaborador com escopos diferentes de leitura e escrita, definidos no backend.
Toda entidade de domínio é vinculada à empresa, e o filtro é aplicado na camada de servidor. Isolamento é requisito de arquitetura, não configuração de tela.
As regras de quem acessa o quê vivem no servidor e nas políticas de acesso ao banco. A interface reflete a permissão; não é ela que a define.
A experiência de celular aproveita o mesmo backend da plataforma web, evitando duas bases de regra de negócio para manter em sincronia.
Admissão, colaborador ativo e desligamento são estados explícitos, o que torna o histórico auditável e os relatórios consistentes.
Documentos ficam em armazenamento com controle de acesso, separados do banco de dados relacional que guarda os metadados.
Infraestrutura e contas no nome do cliente, com repositório documentado entregue a ele.
Login por e-mail com confirmação e fluxo de redefinição de senha, sem dependência de cadastro manual pelo suporte.
Avisos de pendências e comunicados entregues no próprio ambiente do usuário.
Extração de dados de ponto e cadastros para conferência e envio ao processamento da folha.
Adaptar depois um sistema pensado para uma única empresa custa mais do que nascer multiempresa. Assumimos a complexidade no início.
Cada documento pertence a uma etapa do processo de admissão. Isso permite responder “o que falta nessa contratação?” sem inspeção manual.
Priorizamos confiabilidade do registro e clareza do histórico em vez de recursos avançados que pouco RH usa na prática.
Web e celular compartilham backend. Regra de negócio duplicada é dívida técnica garantida.
aplicconnect.com.br. Olha o produto. Se quiser saber por que uma decisão foi tomada, pergunta — quem responde é quem escreveu o código.
Número de usuário, receita, produtividade: isso é da operação do cliente. A gente não publica o que não pode mostrar.
A LD. Time em São Paulo. A gente levantou o processo, desenhou a arquitetura, construiu, publicou e segue evoluindo.
Não. É do cliente. A LD foi contratada para construir. Repositório e nuvem estão no nome dele.
Uma instalação, várias empresas. Cada uma com seus dados, seus usuários, suas regras. O recorte acontece no servidor, em toda consulta — não depende de esconder menu.
O colaborador marca no próprio aparelho. O registro vai para o servidor. O RH consulta o histórico por período. O desenho priorizou uma coisa: o ponto tem que existir e dar para conferir.
O caminho é o mesmo. O checklist e as etapas mudam conforme o contrato. Assim a gente não duplica o processo e ainda respeita a diferença entre os regimes.
Sim. Começa entendendo o processo e recortando a primeira versão. Se for vender para várias empresas, o caminho é SaaS. Se for uso interno, sistemas corporativos.
Não. Mostramos o que está no ar, o que foi construído e por quê. Métrica de operação é do cliente.
O cliente. Repositório documentado, nuvem no nome dele, propriedade no contrato.