A LD ajuda empresas a entender o problema, mapear processos, documentar regras de negócio, definir requisitos, estruturar o MVP e criar um escopo que possa ser estimado e desenvolvido com segurança. Essa consultoria pode existir independentemente da contratação posterior do desenvolvimento.
O cliente normalmente chega sabendo o problema, não o sistema. O trabalho da consultoria é descobrir o que precisa ser construído antes de estimar quanto custa construir.
Regra de negócio não pode ficar apenas na cabeça de quem pediu o sistema. Entrevistamos stakeholders, descrevemos o processo atual, isolamos exceções e transformamos isso em requisitos, permissões, integrações e critérios de aceite.
O documento pertence ao cliente. Depois da consultoria, a implementação pode ser realizada pela LD, pelo time interno da empresa ou por outro fornecedor, conforme as condições do contrato.
Há um problema operacional claro, mas ainda não há lista de telas, regras nem recorte de MVP.
Comercial, operação e financeiro descrevem o mesmo fluxo de formas incompatíveis.
Fornecedores orçam sem a mesma base. Um escopo comum torna a comparação possível.
A empresa quer especificação, não necessariamente a fábrica da LD.
O legado funciona por costume. Antes de evoluir, a regra precisa sair da cabeça das pessoas.
“O sistema precisa controlar o pedido” não diz o que acontece no cancelamento, no desconto ou na troca de status.
Sem fora-de-escopo explícito, cada reunião adiciona uma tela. O que fica de fora é tão importante quanto o que entra.
Antes de estimar software, precisamos reduzir a ambiguidade. Número sem regra vira disputa depois.
Desconto, comissão, aprovação e prazo costumam ter exceções que só aparecem em produção.
ERP, pagamento, planilha e WhatsApp entram tarde e redesenham o escopo.
O mesmo usuário não pode ver, aprovar e auditar tudo. Permissão é requisito, não detalhe de tela.
Entidades, ciclos de vida e o que precisa de histórico.
Síncrono, assíncrono, falha e reconciliação.
Papéis, isolamento e o que não pode vazar entre empresas ou unidades.
O que precisa estar no ar no MVP e o que pode esperar.
Discovery é trabalho técnico e de negócio — não uma reunião comercial.
Quem opera, quem decide, quem paga e quem sofre o processo hoje.
Passo a passo real, incluindo o que só existe em planilha e conversa.
Onde o fluxo para, duplica dado ou depende de uma pessoa.
Condições, cálculos, prazos, status e quem pode alterar cada decisão.
O que acontece fora do fluxo ideal — e como o sistema deve registrar isso.
O que o sistema faz e sob quais restrições de volume, segurança, prazo e auditoria.
Quem vê o quê; quais sistemas entram na primeira entrega.
O que entra agora, o que espera, o que pode quebrar a estimativa.
Base para a LD, o time interno ou outro fornecedor orçar o mesmo objeto.
O documento pertence ao cliente. Depois da consultoria, a implementação pode ser realizada pela LD, pelo time interno da empresa ou por outro fornecedor.
Condições de uso, confidencialidade e eventual continuidade são as do contrato da consultoria — não pressupõem o desenvolvimento.
O valor acompanha o número de áreas envolvidas, a complexidade das regras e se já existe sistema. Não publicamos tabela fixa: o recorte é combinado antes de começar.
Consultorias curtas cobrem um processo e um MVP. Recortes com várias áreas, legado e integrações levam mais ciclos de entrevista e revisão.
A consultoria não é um texto genérico de agência. Quem modela a regra sabe o que vira código.
Há operações no ar que você pode abrir antes de contratar.
Você pode levar o escopo para outro time. Isso fica explícito.
Organiza processo, regras, requisitos, exceções, permissões e recorte de MVP num documento que dá para estimar e construir — pela LD ou por outro time.
Não. Muita empresa chega só com o problema. Definir o projeto é parte do trabalho.
Sim. Escopo é o objeto típico: o que entra, o que fica de fora, critérios de aceite e fases.
Sim. A consultoria pode ser contratada sem o desenvolvimento.
Entrevistas, processo atual, regras, exceções, requisitos, priorização e aceite. Uma tela descreve o clique; o escopo descreve o que o negócio espera depois do clique.
Quando esse for o objeto contratado, sim. A documentação pode servir de base para a LD, o time interno ou outro fornecedor.
Com ambiguidade alta, o preço é chute. Reduzir regra e recorte é o que torna a estimativa comparável.
Peça que orcem o mesmo escopo. Se cada um inventa o objeto, a comparação é de slides, não de entrega.
Sim. Discovery, requisitos, regras, priorização e escopo podem existir sem a contratação posterior do desenvolvimento.
Descreva o problema operacional. A conversa seguinte é sobre processo e regra — não sobre framework.
Fale com a LD: labs@ld.app.br · WhatsApp +55 11 95373-8551 · Av. Brigadeiro Faria Lima, 1572, Sala 1022 — Jardim Paulistano, São Paulo/SP.